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NELSON DE SOUZA

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Gosto muito de viver,sentir muito bem as coisas ao meu redor.Costumo dizer que há dois tipos de ser humano. O FORTE e o FRACO. Eu sou forte. Se DEUS me desse a chance de voltar a viver,eu viveria todo de novo,com os mesmos erros. Pois é assim que minha vida é perfeita.
April 12

INSTALLFEST

Uma das coisa que mais gosto no LINUX,são as festas de instalação.
Là vc conhece macetes e pessoas que sabem tudo de informatica,e ainda por cima ganha livecd.
Pois ai esta o endereço da proxima; quem quizer me conhecer pessoalmente!!!!!!!!!
Local: LAPASES - Centro Cultural da Associação dos Empregados do Serpro

Endereço:Rua da Lapa 37/sobrado

    * Lapa - Rio de Janeiro

Fone: (21) 2509-6522

Data: 28/04/2007

Horário: De 09:00 às 17:00 horas  
Você pode ajudar o evento de diversas maneiras. A mais simples é divulgando-o para os seus amigos, na sua escola ou no seu trabalho.

Se você quiser, pode ser um instalador ou palestrante no InstallFest. Envie um e-mail para Carlos Ferreira <chlferreira EM gmail.com.br> ou Luiz Aldabalde <luiz.aldabalde EM serpro.gov.br> falando um pouco sobre a sua experiência com GNU/Linux ou qualquer outra aplicação livre que seja instalada durante o evento.

Caso queira ajudar de qualquer outra forma, entre em contato conosco por e-mail. Toda a ajuda é bem vinda!


April 11

Desculpem minha ausência

Eu recebo no meu navegador RSS do TUX VERMELHO um blog portugues que fala de LINUX e variedades.
Espero que tenha saido o link(http://tuxvermelho.blogspot.com/2006/12/software-livre-e-as-4-liberdades.html
Quais os riscos do software proprietário?

-Esse software proprietário é perigoso para todos porque, em primeiro lugar, tira a liberdade do utilizador e, em segundo lugar, o desenvolvedor, tendo o poder sobre os utilizadores, abusa desse poder inserindo funcionalidades maldosas nos softwares. Então usar software proprietário é acreditar cegamente nos desenvolvedores. ......."

Este artigo é de lá,se quizer vr + tai o link
March 17

O de sempre




Os pais da crianÇa

RIO DE JANEIRO - O Rio agradece a cordial visita presidencial, mas lembra que Lula e Zé Dirceu têm uma dívida impagável com os cariocas. Nas eleições de 1998, numa jogada política desastrosa, intervieram no diretório carioca do PT, cassando a candidatura de Vladimir Palmeira e fechando uma aliança com Garotinho, com Benedita de vice.

Só assim o esperto caipira, fragorosamente derrotado quatro anos antes, pôde se eleger governador, derrotando o favorito César Maia, que, com todos os seus defeitos, era um mal muito menor.

E para quê? Para, durante oito anos, infernizar a vida de Lula, do PT e da cidade do Rio de Janeiro, onde jamais ganhou uma eleição: o grosso de seu eleitorado sempre foi a clientela do interior e dos grotões.

Muitas vezes, na calada do Planalto, torrando um Cohiba, Lula e Dirceu devem ter repetido o lamento do general Golbery sobre o SNI: ?criamos um monstro ?. Mas era tarde demais, o governo estadual engendrado pelo gênio político da dupla abriu guerra total contra o governo federal e a prefeitura da Capital, com os fins e os meios que se conhece, e os cariocas pagaram a conta.

Em 2002, numa jogada política, esta sim magistral, Garotinho levou fé que Bené não resistiria à tentação de nove meses em palácio e que o PT avançaria sobre o banquete de cargos, renunciou e deixou-lhes um abacaxi cabeludo, com o Estado endividado e a expectativa de um caos administrativo.

Não deu outra: Bené se aboletou no Palácio Guanabara e o PT tentou abocanhar todos os cargos possíveis no Estado e recebeu de Garotinho a merecida alcunha de ?partido da boquinha?. Com o governo petista e Benedita desmoralizados, o desastre anunciado permitiu a volta do garotismo ao poder com a eleição da inacreditável Rosinha.


March 15

Atualização

Eu fiz uma besteira,por isso estive sumido.

 



Liberdade obrigatÓria

RIO DE JANEIRO - Se o fundamental em qualquer eleição é quem vota em quem, para fazer o quê, a primeira questão de qualquer reforma eleitoral deve ser o voto obrigatório.
      Que valor pode ter o voto de alguém que escolhe sob coação? São votos eticamente nulos e politicamente inconscientes, que só beneficiam os piores candidatos. Que tal uma lei obrigando os cidadãos a serem livres?
      Em nenhum país civilizado do mundo um cidadão é obrigado a votar. Aqui, como símbolo patético do país da impunidade, a pena para quem não cumpre a lei absurda é uma multa ridícula e, depois de três faltas, o pior castigo é não poder ter emprego público e nem fazer negócios com o governo.
      Os ?progressistas? temem que o voto facultativo piore ainda mais as coisas, os coronéis do terceiro milênio obrigarão suas clientelas cativas a se alistar, os burgueses desiludidos não se levantarão de suas poltronas para votar nos ?homens de bem? e os bandidos vencerão.
      A maioria dos políticos de todos os partidos não quer mudar nada, é pelo clientelismo e a ignorância que eles se perpetuam no poder. Um cidadão, um voto, é o princípio democrático que eles mais amam e usam: com a manada obrigada a mugir fica mais fácil contar as cabeças e distribuir a ração.
      Chega dessa conversa mole de que é um dever, mais um. Dever é uma obrigação, como pagar impostos, que fazemos a contragosto, direito é a liberdade de escolher. Ou não.
      No Rio de Janeiro, por exemplo, tivemos que ?escolher? entre Rosinha e Benedita. Não valia nem a sola do sapato para ir à zona eleitoral votar nulo.
      E já que as duas são evangélicas, é bom lembrar que foi a maioria absoluta da multidão votante de Jerusalém que condenou Jesus Cristo à morte, Pilatos foi só o juiz eleitoral.

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February 24

Atualização

Democracia carnavalesca SALVADOR ? Aqui se acredita que o Carnaval baiano é o melhor porque é o maior e mais democrático, por se espalhar por toda a cidade e ser igualmente desfrutado por dois milhões de pobres e ricos, brancos e pretos, jovens e velhos de todos os sexos. Em relação a um sambódromo com 60 mil pessoas, uma boa parte abrigada em camarotes luxuosos e exclusivos, a folia baiana é mesmo o esplendor da democracia carnavalesca, essa invenção brasileira. Ao contrário da passarela do samba, nos circuitos dos trios elétricos, tanto os vips, abonados e turistas dos camarotes, como os sem-nada que estão do outro lado da corda, na calçada ou na ?pipoca? atrás do trio, ouvem, cantam e dançam com os mesmos artistas que passam oferecendo alegria, diversão e arte para todos. A Bahia também avança na diversidade musical: Gilberto Gil trouxe a bateria da Grande Rio e o samba carioca com Zeca Pagodinho e Alcione, Daniela Mercury cantou com o gaitista gaúcho Renato Borghetti e a cantora lírica Cristina Sorrentino, o inglês Fatboy Slim, um dos maiores DJs do mundo, misturou eletrônica ao batuque, Carlinhos Brown homenageou os 100 anos do frevo pernambucano. Nos outros circuitos da cidade o povo se diverte com sambas, marchinhas e blocos afro. O carnaval baiano acreditem, tem até axé. Claro, não há no mundo musical nada comparável a uma grande bateria de escola de samba carioca, mas ouvir um mesmo samba-enredo, às vezes bem chato, cantado durante 80 minutos na Sapucaí, dá alguma inveja da diversidade baiana. A democracia carnavalesca só não chegou ao crime: em sete dias, o pessoal dos hotéis e camarotes pode se divertir em paz, mas foram 60 os arrastões em ônibus, quase todos na periferia pobre, onde ocorreram 19 das 21 mortes.
 
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